Por Bruno Muniz
No início da tarde desta quarta-feira, o presidente do Atlético, publicou por meio do site oficial do clube, uma nota oficial sobre a matéria “Galo forte e gastador...”, da edição de Fevereiro da Placar, publicada ontem no site de revista. Kalil não gostou da forma como a matéria foi levada, e não se importou com o título em si, mas sim com o conteúdo.
“Ao ler a referida matéria com o título “GALO FORTE… E GASTADOR”, fiquei absurdado com o que considero ter sido uma matéria covarde. Não pelo título, que até me orgulha, porque, como dizia meu pai, só pode gastar quem tem. E sim, pela forma infeliz com que a matéria foi conduzida pelos responsáveis, ou irresponsáveis (editores, redator-chefe e diretor de redação); ”
E ainda criticou duramente o tipo de jornalismo praticado na matéria, que seria tendencioso e mentiroso.
“Se querem saber, de verdade, o que vem acontecendo no Atlético, o que não acredito após ter lido tanta mentira, que façam algo elaborado, como deve ser o verdadeiro jornalismo. Sempre estive pronto a falar sobre qualquer assunto, quem me conhece sabe disso. Essa matéria não é investigativa, não é informativa, e sim sensacionalista e mentirosa, uma pena. Poderia ter falado de um Galo que se encontra estruturado, equacionado e pronto para vencer. Mas, preferiu usar o Atlético para atingir quem sequer foi ouvido, mas citado diversas vezes;”
Kalil rebateu a revista sobre o Ricardo Guimarães bancar o Atlético e criticou as fontes usadas como base para a matéria.
“Para os que acham que vivemos de dinheiro emprestado de banco, devo agradecer à TV Globo, Topper (Grupo Camargo Correia, maior grupo privado do Brasil), AMBEV, Santa Casa Saúde, Belo Dente, COPASA, Ricardo Eletro, entre tantos. A Placar poderia escutar dezenas, centenas de pessoas que sabem o que vem acontecendo no Clube, mas, lamentavelmente, preferiu ouvir alguns que não têm a mínima condição de falar sobre essa administração. Excluo dessas pessoas o ex-presidente do Conselho Deliberativo, Dr. João Batista Ardizoni, meu adversário político em diversas ocasiões, porém homem sério. Excluo, também, o Dr. Alberto Lima Vieira, desafeto político declarado do ex-presidente do clube, Ricardo Guimarães, que talvez por um lapso de memória ou por omissão da reportagem, não tenha citado que teve acesso a todos os contratos envolvendo o Atlético e Ricardo Guimarães. Dr. Alberto disse a mim, pessoalmente, que se dava por satisfeito com o que tinha visto;” explicou.
O presidente atleticano ainda negou que a multa do ex técnico Vanderlei Luxemburgo chegasse a um valor tão alto, de 20 milhões, e que não chega a 10% do valor divulgado pela matéria.
“A respeito da multa do técnico Vanderlei Luxemburgo, que considerava ser um assunto interno, me obrigo, para que vejam o tamanho da irresponsabilidade da matéria, a esclarecer que essa não chega a 10% do valor divulgado;” disse.
Kalil ainda defendeu o trabalho realizado no Atlético, e que está sendo tão bem feito, que chega ser difícil acreditar.
“De fato, não é fácil acreditar no que estamos fazendo, entendo. Salários em dia (pagos ontem), melhor CT do Brasil, nomes de peso no futebol, quadro administrativo enxuto, dívida trabalhista próxima de acabar, pagamento de mais de 37 milhões de dívidas passadas (contraídas entre 1994 e 2008 – publicado em balanço), só para citar algumas de nossas ações. Isso tudo traz respeitabilidade. Fui eleito pelos conselheiros, mas administro para uma massa humana que vem respaldando o trabalho. E isso, para mim, é suficiente! Aos responsáveis, ou irresponsáveis, informo que erraram de clube, pois, no Atlético, o trabalho é muito sério;” afirmou.
Ainda na nota oficial, Kalil deixou claro que a administração atual é feita com recursos próprios e não com empréstimos recebidos de empresas.
“Nenhuma pessoa física ou instituição jamais colocou um centavo, a título de empréstimo, dentro da administração atual, que é feita com recursos próprios.”, finalizou.
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